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Pet Terapia

 

É importante envolver a criança na criação e nos cuidados com os animais de estimação, pois estimulamos o desenvolvimento emocional (inversão de papéis), melhora na autoconfiança, autoimagem, autoestima, estimulação do cognitivo e dos aspectos motores.
Assim como o brinquedo, os animais são enriquecedoras fontes afetivas.

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Os animais funcionam como um apoio externo, um objeto transacional que o ajuda a construir sua identidade, preservando assim, sua saúde mental.(Winnicot) A confiança de uma criança e de um adolescente é inteiramente influenciada por como os outros nos enxergam.
Uma criança com dificuldade de se impor no grupo, na escola, torna-se insegura, dificultando na fase adulta seu convívio no trabalho e no grupo social.
A importância de um “apoiador” que auxilie na formação da personalidade da criança, do adolescente é de extrema importância e o animal de estimação é o melhor exemplo de “apoiador” ou co-terapeuta para o fortalecimento do indivíduo.
O convívio com o cão, por exemplo, aumenta a liberação de oxitocina- hormônio ligado ao afeto e a interação social.
Em apenas dez minutos de contato com animais, o organismo humano libera dopamina, betaendorfina, dentre outras substancias responsáveis pela sensação de prazer e bem –estar físico e mental.
Quando uma criança cuida de um animal, além dos benefícios emocionais já citados, temos os benefícios cognitivos.
Para crianças na fase pré-escolar,os animais são importantes para construção da realidade, estimulando o imaginário e a fantasia.
Para crianças na fase escolar, podemos induzir atividades assistidas por animais, que estimulem seu cognitivo, curiosidade, criatividade.
Podemos utilizar o animal como co-terapeuta nas matérias que tem maior dificuldade.
Exemplo: criança com dificuldade em matemática- conta quantos dedos tem o cachorro Faz adição, subtração, divisão- utilizando os petiscos dos cachorros.
O mesmo pode ser desenvolvido com qualquer outro animal, basta apenas, ter um objetivo a ser alcançado e criatividade.
Outro exemplo: criança com dificuldade no português (interpretação/ leitura)- pedimos para que pesquise em livros, na internet, tudo sobre aquele determinado animal. Com isso, estimulamos o hábito de ler, estudar, criando a necessidade de adquiri conhecimento, o que gera a comunicação social, pois vai querer explicar aos outros, melhorando também sua autoconfiança, pois ele domina deste assunto, autoestima.
Esse poder intelectual na fase escolar é fundamental para que a criança se torne um adulto confiante e saudável.
É muito importante criar a responsabilidade na criança dos cuidados com o animal em suas necessidades básicas de higiene e alimentação, para que possa ser um adulto responsável em sua vida familiar, afetiva, social, assumindo todas as responsabilidades que nos são impostas de forma natural. Porém, para que haja sucesso na relação entre um ser humano independente de sua idade e um animal, é necessário que essa relação seja feita devagar, tornando-se aos poucos consistente e duradoura.
A criança irá cuidar do animal por prazer, vontade própria, pois o animal de estimação oferece a criança, tudo o que a motiva como:
Carinho, atenção, contato físico, felicidade, no caso do cão, o fato de haver o hábito cultural de tratá-lo “como gente” faz dele um mediador de conflitos.
Novamente, reforçamos que esse contato com os animais traz inúmeros benefícios pois a criança, melhora em sua comunicação social, cognitivo, aspecto emocional como um todo, possibilitando ser um adulto confiante e saudável.
A interação entre pessoas e ANIMAIS, na troca de carinho, confiança e cuidados, tem se tornado um excelente remédio contra ansiedade, falta de atenção, concentração, hiperatividade, atraso de fala, dificuldade de aprendizagem, baixa autoestima, dentre outros.
A procura por Pet Terapia nos últimos anos, tem aumentado consideravelmente, pois a técnica tem se mostrado eficaz em alguns distúrbios da moda como por exemplo: transtorno do déficit de atenção e hiperatividade, que tem deixado pais e professores de cabelos em pé e causando polêmica em torno do uso ou não de medicamentos.