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Reabilitação Neurosensoriocognitiva


Nessa terapia trabalhamos com a estimulação neurológica, associada aos 5 sentidos: visual, auditivo, tátil, gustativo, olfativo.
Ocorre a adequação dos sentidos, desenvolvendo aqueles que estão diminuídos e rebaixando/adequando os que estão aumentados.

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Juntamente, estimularemos o cognitivo como um todo, onde serão abordadas as funções básicas para a pré-alfabetização como a atenção, memória, cores, formas, números, dentre outros.
A criança é estimulada como um todo nos aspectos; motores, na fala/linguagem, social, emocional, cognitivo.
No aspecto motor utilizamos caixas de areia, pedriscos, piscina de bolinha, piscina de bola de gude, balanços, escorregador, escada, pistas no chão com diferentes texturas, jogos pedagógicos.
Na fala/linguagem, social, emocional e cognitivo­ além dos jogos pedagógicos, trabalhamos com músicas, construção de instrumentos musicais, pets para melhorar social e emocional, além de todo material citado anteriormente, estimulando cada criança de forma única e particular de acordo com a sua necessidade.
A reabilitação neurosensoriocognitiva é um processo neurológico que organiza sensações do próprio corpo e do ambiente, tornando possível o uso do corpo de forma eficaz nesse ambiente.
A integração sensorial ajuda pessoas com dificuldades em modular, regular, discriminar, coordenar e/ou organizar as sensações de forma adequada. Crianças com diagnóstico de autismo, TDAH, dificuldade de aprendizagem, distúrbios de fala e linguagem, dentre outros, geralmente apresentam problemas sensoriais como:
Atividades sensoriais incomuns, déficit motor visual e na construção visual, déficits no processamento vestibular­proprioceptivo, dificuldade postural e na coordenação motora, déficits no processamento somatosensorial e somatodispraxia.
As crianças com baixa reatividade a estímulos sensoriais são identificadas como crianças hiporresponsivas, ou seja, parecem não perceber modificações ambientais e não orientam a atitude para novos estímulos. Ao mesmo tempo, quando respondem a um estímulo, parecem demorar mais tempo para fazê-lo do que outras crianças no mesmo contexto.
As crianças podem apresentar comportamentos hiporresponsivos a várias modalidades sensoriais, nesses casos, tendem ao isolamento social, inabilidade para interagir em grupo, retração emocional e incapacidades específicas que dificultam o processo de aprendizagem, como dificuldades na concentração e atenção, distração e dificuldades em acompanhar o ritmo dos colegas.

“podemos pensar que as sensações são o alimento do cérebro­ não há nutrição se houver mal processamento” Jean Ayres